terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Agentes de deterioração externa

Em uma unidade de informação tradicional o suporte do acervo é basicamente papel. Este é uma massa feita de fibras vegetais e constituída de celulose, hemicelulose, lignina, aditivos, corantes e pigmentos e outros materiais como amido. Esta composição, ou seja, sua fabricação, o sujeita a diversos processos de deterioração além do meio ambiente que o circunda.


Os agentes externos e ambientais podem se de diversas naturezas: a umidade relativa do ar e a temperatura do ambiente além de fazerem estragos diretos nos acervos ainda favorecem o aparecimentos das chamadas pragas. Além de fazerem com que o material mude de tamanho de forma, facilitam o desenvolvimento de outros agentes deterioradores como fungos, insetos e roedores. O recomendado é que a a temperatura oscile de 20 a 22ºC e a umidade entre 50 e 60%.

Dentre os insetos mais conhecidos na deterioração encontramos as traças e os cupins que causam estragos bem visíveis na estrutura dos acervos. Mais conhecidos como mofos ou bolores, os fungos causam tanto colorações como danos na estrutura das obras. Os roedores causam tanto estragos na estrutura das obras como nas instalações da unidade de informação.




A poluição ambiental é fator de deterioração presente quase que permanente nos acervos sob a forma de poeira e gazes ácidos que são depositados sobre o acervo deteriorando-os e favorecendo o desenvolvimento de outros agentes. A iluminação necessária para a pratica de leitura que por ser uma radiação eletromagnética fragiliza os materiais constitutivos do documento. Somado a estes agentes devem-se ser somados o manuseio errado das obras do acervo de todos aqueles que tem contato com os documentos.

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